Porque Sim

Quarta-feira, 03 de Setembro de 2008

Gostaria de continuar a escrever  algumas passagens da minha vida, que eu considero com mais ou menos interesse.

Infelizmente, não posso ficar indiferente à noticia que faz titulo de primeira página do Jornal de Noticias de hoje, em que diz que a violência doméstica já matou este ano mais concretamente em oito meses ,35 mulheres.

Este tema já me tinha sido sugerido por algumas amigas que infelizmente passaram por esta situação, penso contudo que o tema merece da minha parte ,uma abordagem séria e escrita com qualidade e não aflorar o tema de qualquer maneira.

Como tal, hoje, estou a escrever esta pequena introdução e amanhã espero poder escrever sobre a história destas mulheres.

sinto-me: indignada
publicado por alzirota às 09:47

De Zé da Burra o Alentejano a 4 de Setembro de 2008 às 11:11
Agora "violência doméstica" está na ordem do dia: será para desviar a atenção dos cidadãos?

Agora, quando este país está "a ferro e fogo" sob a mira do ataque de violentos "gangs", que estão dispostos a tudo para conseguir os seus gananciosos intentos de obter dinheiro fácil, foi o Governo se lembrar o drama da "violência doméstica". Ela existe e continuará a existir sempre mas nada tem a ver com o que foi no passado ou existe noutros países.

Os amantes das estatísticas gostam muito de comparar realidades entre os diversos países. Será que são capazes de comparar o que se passa em Portugal com o resto do mundo? ou com o que se passava há 30 anos?

Em Portugal, frequentemente são postos em liberdade, a aguardar julgamento, assaltantes violentos, traficantes de droga, de armas e até assassinos, colocando em risco vítimas e testemunhas, por isso não julgo ser essa a altura para tratar da questão e fazer sair leis com vista a por em prisão preventiva os homens ACUSADOS de "violência doméstica". Há crimes que estão na ordem do dia e que exigem uma resposta urgente. resposta.

Os acusados de "violência doméstica" também têm direito à presunção de inocência; ou não? A inovação não poderá até levar a esquemas perversos para por fora de casa um qualquer companheiro que se queira por fora de casa. E depois que fazer mesmo que não se prove nada?

Qualquer pessoa reconhece que a "violência doméstica" já foi muito pior em Portugal do que é hoje e há que acrescentar outras formas da tal "violência doméstica" muito pouco referidas. Para além da do HOMEM VERSUS MULHER (a que referiu), há a praticada contra os idosos, familiares deficientes, crianças, dos filhos contra os pais e até de mulheres contra homens: sabendo que aqueles não lhes podem "tocar", desprezam-nos, praticam adultério e mesmo quando não têm qualquer ocupação profissional, há mulheres que não se ocupam dos trabalhos domésticos, havendo casos em que é o marido que depois de chegar do trabalho tem que fazer a comida para a família, arrumar a casa e tratar de roupa (se quizer), para além de resolver qualquer problema tradicionalmente executado por homens, como pintar a casa, reparar o candieiro avariado, por uma lâmpada no tecto, desentupir o lavatório, colocar uma telha, sei lá... É FAZER E CALAR, SENÃO RUA E PAGA A PENSÂO PARA OS FILHOS QUE FICAM INVARIAVELMENTE COM A MULHER MESMO QUE O HOMEM CONSIGA POVAR A SUA INOCÊNCIA (o que é sempre muito difícil de provar); DE CONTRÁRIO ATÉ AQUELA TEM DIREITO A UMA PENSÃO PARA SI. Se a questão monetária não importa para quem ganha alguns milhares de euros, o mesmo já não acontece aos menos afortunados.

Zé da Burra o Alentejano


De alzirota a 9 de Setembro de 2008 às 19:46
Antes de mais, tenho pena de apenas hoje estar a responder ao seu comentário, mas o meu computador avariou e não houve forma de poder responder.
Embora possa concordar com algumas das suas preocupações, que afinal são também a de todos nós, a violência doméstica não deixa de ser um crime violento, pois quantas destas mulheres, não foram esquartejadas, mutiladas, com a cabeça cortada, etc., é sobre esse facto que me debruço, a morte de 35 mulheres.
Neste pequeno texto nem abordei a violência psicológica que é exercida sobre as outras mulheres que ainda continuam a sofrer, até um dia...
Não queira comparar a força bruta de um homem, para a força de uma mulher, por isso a violência fisica para com a mulher ser um acto de cobardia.
Quero que sinta a sensação de se sentir mutilado, agredido, sem auto-estima, amordaçado pelo medo.
As suas preocupações, tal como frisei atrás, são também as nossas, por isso mude-se as leis que neste momento estão obsoletas perante a evolução dos acontecimentos.

De Zé da Burra... a 4 de Setembro de 2008 às 14:40
No blogue http://horamadeira.blogs.sapo.pt/270279.html
aparece uma estatística cuja visita aconselho, só foi pena não ter conseguido comentar, mas sobre ela posso comentar:

- Se em Janº houver 1 ocorrência e em Fevº 2 houve um aumento de 100%;
- Se em Janº houver 10 ocorrências e em Fevº 15 houve apenas um aumento de 50%.

As percentagens assim de nada valem, porque no 2.º caso houve mais 4 ocorrências mas a evolução foi menor.


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