Porque Sim

Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

Como devem ter reparado estive 17 dias sem escrever no blog, motivo: o computador foi para o técnico, para registar algumas melhorias.

Assim, chegamos ao dia 25 de Dezembro, decerto o dia mais desejado do ano, enquanto crianças.

De há um ano para cá, decidi experimentar a sensação de não comprar quase nada feito e sermos nós a fazer. Refiro-me mais concretamente ás doçarias natalicias.

Desde o tronco de Natal, até aos coscorões, tudo foi feito nesta casa, excepção feita ao bolo de bolacha que ainda não fui capaz de fazê-lo em condições, mas depois de ter pago 14 euros por um pequeno bolo, parece-me que vou ter de aprender rapidamente a fazê-lo.

O dia 24 foi para mim quase perfeito, e só não foi perfeito porque faltou o meu marido para ajudar na empreitada que foi fazer tanta coisa e ainda ir á lenha para a salamandra.

Hoje quando recordo o dia de ontem, relembro que se as pessoas pudessem, ou tivessem um pouco de jeito, é excelente a envolvência da familia na feitura destes doces.

A minha filha dedicou-se ao tronco e ao doce de chocolate, eu á salada de fruta, aos coscorões a temperar o peru e a todas as outras coisas que eram precisas.

O meu filho dedicou-se a cem por cento a amassar a massa dos coscorões, uma vez mais. É que já no ano passado também foi ele que amassou.

Nestas alturas existem sempre peripécias.

Acendemos a salamandra cedo porque achamos que a massa dos coscorões, precisava de calor durante algum tempo para crescer. Assim fizemos, porém já algum tempo depois e de o alguidar de plástico já ter ardido um bocado, lembramo-nos que a massa não tinha levado fermento de padeiro mas sim fermento em pó, o que pressupõe que não necessita de calor.

Enfim...

Este ano também se passou qualquer coisa nas minha massa cinzenta e decidi não comer bacalhau cozido mas sim bacalhau espiritual, resultado um tremendo sermão do meu marido.

Contudo nada podia destruir o meu espirito natalicio, á alguma coisa que chegue a familia poder estar toda ou quase toda reunida e concluir no final do dia que se fez o que se queria, poupou-se dinheiro e quando chegou ás 22 horas, já caíamos todos para o lado com sono.

Este ano, felizmente como muitos outros, conseguimos usufruir do que eu considero o espirito natalicio.

Um por todos e todos por um.

Familia reunida e acima de tudo unida, jamais será vencida.

Que o espirito de Natal vos acompanhe a todos.

sinto-me: Natalicia
publicado por alzirota às 17:13

Segunda-feira, 08 de Dezembro de 2008

Hoje decidi escrever sobre o sobrenatural.

Tenho um livro comigo que vou lendo de vez em quando, já que o tema abordado é para se ir saboreando e não para se ler como um qualquer romance.

O título do livro é o que está acima mencionado, e não resisti a publicar uma passagem que passo a transcrever:

"Certa de estar acordada olhou em volta de si e viu, entre a janela e o armário, um busto de mulher que saía da parede e lhe falava.

- Quem é você? - perguntou.

-Não me reconhece?

- Não.

-No entanto, esta manhã comprou-me peixe nos Halles...Sou a mãe Arondel.

-Ah, com efeito! E que quer?

- Mas devo estar morta...vi o meu corpo estendido por terra de os meus filhos chorando em volta. Quis falar-lhes; não me ouviram.

-Então como é que está morta?

-Fiquei encolerizada ao entrar em casa e a seguir caí.Vi o meu corpo por terra e as pessoas em volta; contudo,não estou morta!

- Vejamos!Que quer ?

- É preciso dizer às pessoas que estão em minha casa que não estou morta.

- Não, julgar-me-iam louca; não posso fazer isso. Deixe-me, boa mulher.

Então a aparição desapareceu deslizando de lado através da parede.

No dia seguinte, de manhã cedo, a Senhora Boullier foi procurar uma das suas vizinhas, a senhora Micheau, e contou-lhe o facto. Dirigiram-se aos Halles para verificar o facto. Um papel colada na sua banca anunciava a morte da mãe Arondel, e as outras vendedoras explicaram que ela havia morrido, subitamente, assim que entrara em casa."

Enfim, que dizer? por vezes leio este tipo de livros e dá-me vontade de rir, noutras vezes, sinto-me perplexa. 

sinto-me: perplexa
publicado por alzirota às 17:50

Domingo, 07 de Dezembro de 2008

Ontem estive num jantar de colegas de trabalho que deveria ser de todas as Freguesias do Concelho mas nem metade esteve presente, adiante que não estou virada para escalpelizar o assunto.

Hoje levantei-me tarde e felizmente também dormi muito bem. Andei um pouco desorientada sem saber muito bem o que fazer, pois falta de trabalho nesta casa não existe, existe sim, uma grande falta de querer trabalhar. Mas lá me decidi a dar volta ás meias aos boxers e ás cuecas,e imagine-se, deu-me para coser meias e boxers que precisavam de uns toques.

É claro que este tipo de trabalho nunca deixou de me proporcionar momentos incriveis de olhos trocados e um bocejar constante. Porque será?

Bom consegui também de um pijama já velhote fazer uma série de trapos que dão muito geito para determinados trabalhos, como lavar vidros, armários enfim... resumindo, hoje deu-me para ser uma dona de casa de tempos já idos. Não deixam de ser momentos saborosos. Para descomprimir, e para acima de tudo, saborear a minha casa. O meu marido, entreteve-se a decorar o quintal com um montão de luzes de Natal, e fez uma árvore de Natal com ferro e luzes. De maneira que no meu quintal, já cheira a Natal.

Mas não ficou por aqui o meu marido, agarrou em mais umas quantas luzes e zás decidiu encher a sala de luzes. Não sei o que diga.

Bem, de repente o meu entretem terminou e optei por ver uma comédia bem leve no canal MGM, lá ri um pouco e chorei mais um pouco... que hei-de fazer? Filme em que eu não verta umas quantas lágrimas, não é filme.

Saltitei de canal em canal e mais uma vez fiquei com a certeza que não aprecio definitivamente a revista, estava a passar na TVI, quando esgoto de ver filmes, opto para ver o canal Travel, é um canal que gosto mesmo muito, pois já que não tenho hipóteses de viajar até áqueles paises sempre vou vendo pela TV, e não deixa de ser interessante verificar, para lá das suas paisagens, também os seus usos e costumes, aliás este canal, na minha modesta opinião, melhorou de á uns anos a esta parte, pois passou a aprofundar muito mais um pouco de cada país, mostrando também as partes menos turisticas e como já escrevi atrás mostrando também as suas gastronomias, os seus hábitos. Por ali me decidi a ficar, estavam a dar algumas linhas ferroviárias da Austrália onde ainda viajam comboios a vapor, creio que por cá também existem algumas linhas. Mas enquanto que realmente existem países que tem paisagens de se cortar a respiração, não vi nestas linhas, ou nestes percursos ferroviários, nada de tão bonito, quanto a linha do Douro , ou do Tua. Também temos paisagens execelentes. Ou quando mostram ou pouco da ilha de Minorca em Espanha, o que tem ela que nós não tenhamos no Algarve? Eu sei, dinheiro para promover o nosso país, naquilo que tem de melhor. A nossa comida, as nossas paisagens e a nossa simpatia.

Estreou também um novo canal de Ficção Cientifica, ainda não tive tempo de me perder por lá, mas não devo de estar muito tempo sem o fazer.

E pronto, por hoje, já escrevi mais um pouco, hábito que gosto também, mas para o fazer, tenho de estar tranquila, e sem pressas, coisa que nem sempre consigo.

sinto-me: Tanquila
publicado por alzirota às 17:56

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