Porque Sim

Sábado, 18 de Julho de 2009

Regressei. Infelizmente.

Esta vida de dolce far niente é uma vida bestial.

Mas como se diz" tudo o que é bom acaba depressa" e embora ainda não esteja a trabalhar no emprego, já estou cheia de trabalhar em casa

Mas, pessoal, foram realmente umas férias fantásticas, estive em tudo quanto foi  casinos, discotecas, restaurantes VIPS, enfim foi uma vida á grande e á Portuguesa.

No entanto estou um pouco triste porque emagreci imenso, frequentei não sei quantas pás,desculpem Spas julgando que ia encontrar o meu Ronaldinho e afinal, nem vê-lo.

Bem que tentei, mas........impossivel.

Destas férias, algures pelo Algarve, fiquei marcada provavelmente por muito tempo, é que as melgas acharam-me tão doce, que fui atacada aos magotes.

Não me largavam, nem com repelente. Caramba, sou mesmo doce.

Mas descendo um pouco á terra, ontem passaram 40 anos da primeira ida do homem á Lua.

São daquelas coisas, que marcam um pouco as pessoas, não digo que todas, mas a grande maioria. Tinha na altura 9 anos e estava a passar férias em casa da minha tia, em Tires.

Confesso, dessas férias só gostava da ida á praia, tudo o resto era um sacrificio enorme, pois não podia sair de casa, Tires não era Ota, não conhecia quase ninguém e era muito agarrada á minha mãe e chorava baba e ranho sempre que chegávamos a casa depois de  umas horas na praia. Isto porque a minha mãe deixava-me em casa dos meus tios e os meus pais aproveitavam esses dias para ficarem sozinhos em casa.

Claro que enquanto estava na praia, a brincadeira fazia-me esquecer tudo, mas quando me trancava dentro daquelas paredes, cruzes, credo, era um sufoco. Ninguem me fazia mal, mas os miminhos da mamã, enfim.........

Tudo isto para dizer que essa noite de 16 para 17 de Julho eu e a minha prima, sem entendermos muito bem as coisas, queriamos muito ver o directo, esta ideia era um absurdo para a minha tia pois estava prevista a chegada lá pela uma da manhã e isto eram horas impróprias para duas badamecas pequenas, o meu tio, no entanto, sabendo que situações destas vivem-se uma vez na vida lá convenceu a minha tia a permitir que por ali ficássemos.

A minha prima adormeceu bem cedo, eu andei ás cabeçadas aguentei até á uma da manhã, quando ainda havia muitas dificuldades da nave em pousar, e não consegui ver o resto.

No dia seguinte, no entanto, a televisão não deixou de emitir essas imagens históricas.

Com 9 anos fiquei com a consciência que tinha sido um momento único. Agora parece-me que o próximo passo a tentar é criar por lá uma base lunar.

Enfim, também já li que tudo não passou de uma encenação, mas acredito que quem diz isso, são aquelas mentes que não querem que a humanidade desenvolva, ou progrida.

Para mim, desde que nada prejudique a humanidade, acho bem que voem até onde quiserem. Descubram Marte, Saturno, sei lá, desde que daí possamos aprender sempre mais qualquer coisa.

Agora o que realmente não concordo, ou não gostaria que existisse, porque parto do príncipio que estão a utilizar mais para o mal do que para as vantagens que daí possam advir para a humanidade, é com o nuclear, isto é o verdadeiro perigo para todos.

Mas, fiquemos por aqui, irei tentar pesquisar sobre a ida do homem á Lua e escreverei aquilo que eu considerar que não foi tão falado ou focado.

Até breve.

 

sinto-me: não sei como me sinto hoje
publicado por alzirota às 17:46

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