Porque Sim

Sábado, 23 de Agosto de 2008

Cresci, num lar normal, da escola primária, não me recordo de praticamente nada.

Talvez porque não gostasse, talvez porque não aconteceu nada de significativo.

O pouco que ficou, foi que as dificuldades eram muitas para a maior parte dos meus

colegas de escola. Quando chovia muito, muitos alunos não podiam ir às aulas porque

as estradas não eram alcatroadas e ficavam a maior parte das vezes de tal maneira

inundadas, que não dava para as pessoas que viviam nos casais se deslocarem  até

à localidade.

Lembro-me contudo que davam muita roupa e sapatos para todos os que precisassem, e 

 na verdade eram muitos os que aproveitavam.

A escola para mim era um local terrifico, onde me sentava encolhida e só abria a boca quase à custa de um abre latas. Tinha um medo da professora que só Deus, sabe.
Mas eu tinha o meu grande momento, a altura em que saía para o almoço e quando terminavam as aulas, aí agarrava no meu saco do "farnel" e fazia dele um motor e ai vai

disto que é uma pressa... só parava em casa, ou azar dos azares, e acontecia muitas vezes,

quando dava um daqueles tombos, que não havia joelho que resistisse.

Assim que me apanhava em casa, pegava na bola, chamava os putos da minha rua e era verem-me a jogar futebol com uma carrada de rapazes.

Daí a alcunha de "maria- rapaz".

Mas pensam que ficava por aqui? Não, quando não jogava à bola, pegava numa cana, que era o meu cavalo e zás corria desenfreada com aqueles rapazes todos a brincar aos indios

e cowbois. Então e as bonecas? Não era para mim, nunca fui menina de brincar ás casinhas, era mais de brincar a tudo o que fosse brincadeira de meninos. Mas sabem ? Não estou nada arrependida.

Até amanhã.

 

 

publicado por alzirota às 21:57

De alzirota a 24 de Agosto de 2008 às 11:08
Olá.Olha daqui é o teu filho-te ve se te comportas....

Xau MAMUSCA

De alzirota a 26 de Agosto de 2008 às 10:46
-Vamos começar?



-Não sei, estou com medo!



-Medo de quê?



-Um dia vai ter de deixar.



-Acho que não.



Confie em mim. Eu vou devagar.



-Como fico?



-Nessa posição.



-Assim?



-Abra mais um pouco.



-Ai! Está a doer.



-Agora não posso parar.



-Não posso guentar mais.



-Abra mais.



-Está a doer.



-Vou tirar.



-Que alívio!



-Até que não fomos mal.



-Ai! Está a sangrar.



-Sangra sempre um pouco.



-E se não parar?



-Claro que para.



-Como sabe?



-Tenho experiência.



-Está a parar.



-Eu não disse?!



-Quando volto para arrancar outro dente?


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